Segunda-feira, 11 de Junho de 2012

E aquelas pessoas que...

- Dizem que nunca viram o Big Brother, ou a Casa dos Segredos e utilizam expressões que são utilizadas pelos concorrentes?

 

- Quando não lhes interessa falar sobre um determinado assunto, que foi discutido na televisão, vêm com a justificação que, 'já há dois meses que não ligo a televisão'.

 

- Dizem que não aderem ás redes sociais e quando experimentam uma vez nunca mais  saem de lá?

publicado por plasticidadedasletras às 15:20
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Terça-feira, 5 de Junho de 2012

Tenho um blogue, logo sou intelectual

 

Isto é verdade! Ainda há bem pouco tempo atrás, quando alguém admitia que tinha um blogue, isso era a mesma coisa que subir na consideração daquela pessoa. Era sinal de inteligência e de intelectualidade. Isto ainda é um pouco assim, mas não acontece só na blogoesfera. acontece também nas redes sociais.

 

A pessoa pode não ser muito inteligente, mas se tem a coragem de editar uns posts sobre politica, com um comentário junto, acaba por subir na consideração das outras pessoas.

 

Não é uma critica, nem uma forma sarcástica de falar sobre este assunto, isto vale por aquilo que vale e ninguém se deve sentir particularmente afectado por aquilo que eu disse. Isto é, talvez, uma forma diferente de querer que outras pessoas se libertem dessa vergonha interna, muito típica do 'ser português' e escrevam sem se preocuparem com os acentos, com o novo modelo ortográfico.

publicado por plasticidadedasletras às 22:23
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As pessoas importantes só comentam sobre coisas de pessoas importantes

 

Não é que me afecte não ver um comentário do Marcelo Rebelo de Sousa no meu blogue e se calhar até nem é o melhor exemplo para falar disto, visto que é uma pessoa muito ocupada, mas uma coisa é certa, eu nunca vi uma figura pública a comentar o post no Facebook de um anónimo, um post num blogue de uma pessoa qualquer. Porque será?

 

Nunca vos aconteceu estar no Facebook, comentarem um post de uma figura pública qualquer e não receber um feedback dessa pessoa?

 

É verdade que não me afecta, mas incomoda-me um pouco (risos).

publicado por plasticidadedasletras às 15:26
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Sábado, 2 de Junho de 2012

As mulheres de hoje já não são as mulheres do antigamente

 

Eu não sou contra a emancipação da mulher, nem sequer sou machista. É importante dizer que não sou machista, porque quando um homem fala desta forma da mulher, é sempre machista, já ao contrário, o caso muda logo de figura.... Torna-se normal e/ou natural.

 

De há uns bons anos para cá, eu desisti de ser tão cavalheiro com as mulheres, só com as mulheres desconhecidas. Quem fala de mulheres, fala do sexo feminino em geral. Tal coisa aconteceu porque comecei a reparar que não ganhava nada com isso e até ficava a perder em certas ocasiões. As mulheres, mais novas e outras um pouco mais velhas que eu, não apreciam o cavalheirismo do homem, apreciam sim o ar surfista do rapaz com a prancha por baixo do braço, a rebeldia que lhe está no sangue. O homem pode ser cavalheiro, mas se não lhes é reconhecido outros atributos, atributos fisicamente e directamente reconhecíveis, de nada lhe vale ser um gentleman. Mas nem todas as mulheres pensam assim, o perfil que acabei de descrever não se encaixa somente em miudinhas/adolescentes, há trintonas que não resistem a um homem de cabelos grisalhos com a prancha por baixo do braço. As mulheres que não pensam assim, existem, mas nem sempre foram assim. Como homem, e até muito pouco experiente em relação ás mulheres, mas ao mesmo tempo muito atento ao comportamento delas, as mulheres já pensaram como miudinhas, e deixaram de pensar assim quando tiveram o primeiro filho. As mulheres mudam quando são mães.... mas mudam mesmo! É neste exacto momento que elas começam apreciar o cavalheirismo dos homens. Não me perguntem porquê, mas que é verdade, isso é.

 

A emancipação das mulheres, foi um passo importante que as mulheres deram, tanto para a evolução do homem, que se julgava dono e senhor da sua mulher, como também para o próprio desenvolvimento das próximas gerações de mulheres. Mas nem tudo são pérolas....

 

Actualmente, e de forma bastante frequente, a mulher perdeu grande parte da sua feminilidade, restando somente a parte exterior a ela, aquilo que lhe é acessório, como por exemplo, roupas, maquilhagem.... é muito difícil encontrar, hoje em dia, uma mulher com aquele sentido feminino, aquela sensibilidade para cartas de amor (que elas já acham isso ridículo), é difícil encontrar nas mulheres uma 'Ana Plácido' (a grande paixão de Camilo Castelo Branco).

 

Isto entristece-me muito, como homem, saber que tenho tanto para mostrar, como um homem delicado que sou e sensível a uma possível fragilidade feminina, que só a encontro através de um dos sentidos que Deus me deu, o olhar!

publicado por plasticidadedasletras às 15:10
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Sexta-feira, 1 de Junho de 2012

Como fazer da outra pessoa burra? Ou fazê-la pensar que é burra

 

Um inteligente vira-se para o outro, no meio de um grupo de pessoas e no contexto de uma conversa, e diz à frente de todos:

 

Ele é muito reaccionário....

 

ou então,

 

Isso é muito subjectivo....

 

 

Um politico vira-se para um popular.... ou para ser-mos mais realistas, o Passos Coelho vira-se para um popular, que lhe fala português genuíno e diz-lhe,

 

Eu aceito, mas isso não é bem assim, porque é necessário contextualizar-mos....

 

 

Um professor universitário, que se julgam sempre os senhores de toda a razão, qual visionário Steve Jobs qual quê!! Vira-se para um aluno que acabou de lhe fazer uma pergunta e diz-lhe (mesmo à frente de toda a turma)....

 

Sabe! (Não! [brincadeira minha]) Isso não é assim como o senhor diz.

O aluno cala-se....

Continua o professor, 'Um dia voltamos a esse assunto e voltamos a falar sobre isso.'. Aqui o aluno fica exposto de várias formas...

 

fica sem saber a resposta

 

fez figura de ignorante perante os colegas

 

e pior,

 

ficou sem saber se o professor lhe sabia responder ou não.

publicado por plasticidadedasletras às 23:25
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Segunda-feira, 28 de Maio de 2012

Os valores que perdemos, vamos voltar a ganhá-los

Estamos a viver um período complicado, devido à tal crise. A crise de que tanto se fala, é uma crise que não é só económica, mas também, uma crise de valores éticos e morais.

 

Quando começou a crise do imobiliário nos Estados Unidos da América, o tal subprime, que foi o inicio deste terramoto e destas sucessivas réplicas, ainda vivíamos numa época em que tudo era um dado adquirido, onde ninguém pensava que as Constituições nacionais (fonte de todo o Direito daquele ordenamento jurídico) fossem ultrapassadas por medidas economicistas, onde fossem ultrapassados direitos fundamentais, ou ditos fundamentais, como a saúde e a educação. Ainda nessa época, e anteriormente, a sociedade criou vícios comportamentais e por consequência défices de educação e de falta de respeito. Não é muito difícil de descodificar as minhas palavras através de exemplos do dia-a-dia. Vejamos, uma criança habituada a que os pais lhes façam todos os favores, lhes dêem tudo aquilo que ele pede, é fácil de perceber que tipo de adulto ele/ela vai ser.

 

Entristece-me ver pessoas com fome, entristece-me ver pessoas que antes eram vaidosas e agora a única 'vaidade' que têm é ter comida na mesa para dar aos filhos. Se for necessário utilizarei mais vezes a palavra entristecer, para reforçar o meu sentimento de tristeza em relação a essa mudança na sociedade, mas também, não fico nada contente em ver uma sociedade habituada a ter tudo e ao mesmo tempo a perder tudo o que deviam ser regras inatas do ser humano em relação a outros seres humanos, como por exemplo, o companheirismo, o respeito, o ser humano para com os outros.

 

Quando vejo em actos religiosos muitos jovens, questiono-me se esses jovens praticam todos aqueles valores que são ditos nesses

convívios. Pergunto-me se aqueles rapazes e raparigas são amigos de quem precisa, se são amigos daqueles que não acreditam nos amigos. É muito perigoso fazer este tipo de perguntas, porque as pessoas acreditam que aqueles que estão lá, que estão no epicentro do Mundo Religioso, são pessoas humanas. Serão?

 

Uma vez, num dia em que eu vinha da minha faculdade, passei por acidente de um carro, que por coincidencia era da mesma marca que o meu, e reparei que estavam a retirar uma rapariga jovem dentro do carro e a transportá-la para a estrada, onde estavam a tentar reanimá-la. Depois de alguns dias, sempre a pensar no acontecido, e depois de ver tantas raparigas da idade dela andarem na rua com o nariz "empinado", pensei assim,

 

"Para quê tanta vaidade, se de um momento para o outro somos lixo, não somos nada.... Mesmo nada!!!!"

 


publicado por plasticidadedasletras às 14:31
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Quarta-feira, 23 de Maio de 2012

A farsa das pessoas

Quem nunca conheceu uma pessoa que diz bem à nossa frente e por trás diz muito mal de nós?

 

Sim, isto já me aconteceu.... Sim! Eu faço parte das pessoas normais, porque isto acontece a toda a gente.

 

 

É irritante isto, não é? Pensar que podemos contar com o bom senso daquela pessoa, pensar que podemos contar com as boas intenções daquela pessoa e na realidade o melhor é fechar a boca e não lhe falar mais.

 

O mais incrível ainda, é que existem pessoas que concordam com este discurso, e até batem palmas, mas por trás são muito más pessoas.

 

 

 

É verdade,

 

é 'A farsa das pessoas'!!!!

publicado por plasticidadedasletras às 23:57
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Quarta-feira, 16 de Maio de 2012

As mulheres queixam-se dos homens que elas próprias educaram

 

As mulheres gostam de educar, gostam de ser mães e sobretudo ser mães de filhos homens. Quem é que nunca viu uma mãe a olhar para um filho homem, num daqueles momentos de rebeldia e viu um sorriso, de profundo orgulho, na cara dela? Este sorriso acontece, porque elas (as mães) sentem um orgulho em ver o filho homem a ser rebelde, a ser um pequenino homem. Quem nunca viu, também, uma mãe a dizer, "não chores, porque os homens não choram!". Não é assim tão ingénuo como todos pensamos, há uma razão de ser, uma razão dela dizer isto ao seu filho homem, ao seu pequenino homem.

 

Os pais, que foram educados por outras mulheres, por outras mães, não ligam muito a estes pormenores, não por serem insensíveis no que diz respeito à educação dos filhos (há pais e pais), mas por não fazer parte das suas prioridades insistir na masculinidade do seu filho homem. A masculinidade acontece com toda a naturalidade e não é necessário insistir, de forma persistente, para que esse lado se revele mais tarde.

 

 

As mães, as mulheres, educam os seus filhos homens, que mais tarde vão ser homens e chefes de família, de forma a serem rebeldes, um bocado 'abrutalhados', mas são essas mulheres que se queixam de toda essa natureza do homem. Queixam-se da falta de sensibilidade, queixam-se da brutalidade que muitos homens demonstram quando estão a interagir com elas, ou com outras mulheres, e principalmente queixam-se de tudo aquilo que foram elas próprias que educaram. Incompreensível, não é? Eu também acho.

 

Esta teoria não fui eu que a criei, mas sim um psicoterapeuta brasileiro, especialista em moderar/resolver problemas de casais.

publicado por plasticidadedasletras às 18:55
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Segunda-feira, 14 de Maio de 2012

"Direitos Humanos"

Os 'Direitos Humanos' é um assunto que faz parte das minhas preocupações diárias. Estou à vontade para falar sobre isto e de uma forma totalmente despretensiosa. Despretensiosa porque poucas pessoas, minhas conhecidas, sabem da existência deste blogue.

 

Agrada-me muito, mas muito mesmo, a existência de várias raças dentro de um espaço, como por exemplo dentro de uma faculdade. Eu considero isto importante pela forma de encarar novas realidades, novas culturas, mas principalmente novas e "diferentes diferenças" (sim, diferentes diferenças).

 

Porquê dentro de uma faculdade? Não tem que ser propriamente dentro de uma faculdade, mas sim dentro de um espaço onde haja regras especificas de uniformização de comportamentos, onde haja um tipo de conduta único entre todos. De outra forma, eu não acredito e sou até bastante céptico em relação à diversidade de culturas numa democracia como a nossa (que não é das piores), como noutras democracias espalhadas pelo Mundo.

 

Pessoalmente, e até de forma muito particular, adoro conviver com pessoas de outras culturas. É diferente! Por ser diferente é que me agrada. É diferente porque essas minorias são bastante sedentas de afecto e têm uma necessidade muito grande de comunicar com a maioria. Todas as pessoas 'diferentes' que eu conheci, foram pessoas que se revelaram homens e mulheres de uma humildade e dignidade fantástica. Obviamente que o espaço onde as conheci influenciou muito.

 

publicado por plasticidadedasletras às 23:55
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Comprar roupa para a mulher? Nunca!

Vou falar de um tema um pouco controversa, mas que é a realidade. Acontece mesmo na relação entre homens e mulheres. As mulheres não gostam que os homens tenham ciúmes delas, as mulheres também não gostam que os homens digam mal sobre os cozinhados delas, mas também não gostam que os homens, ou os maridos, tentem mudar o estilo de vestir delas. É sobre este último ponto que eu vou escrever.

 

 

Dizem que se não fossem as mulheres a comprar roupa para os maridos, eles andavam sempre mal arranjados. Isto é bastante subjectivo, porque as mulheres também têm muito mau gosto. Pessoalmente não estou a ver a minha futura mulher a comprar-me roupa, ou a escolher a roupa que eu vou vestir naquele dia. Elas compram roupas para nós, sempre achando que aquele estilo é que nos fica bem e nunca perguntam se nós gostamos. Se dizemos que não gostamos, o que é que vai acontecer? Já todos sabemos, não é? Pois!

 

Elas compram-nos roupa e nós temos que aceitar, mas se for ao contrário o caso muda logo. Para já não podemos comprar roupa para elas, se forem joias e tal até agradecem, mas roupa NUNCA! Se por acaso cair-mos nesse 'erro', elas dizem-nos o seguinte, "Estás a tentar fazer que eu seja igual à tua mãe????", ou então, "É assim que tu gostas delas????". E muito mais devem dizer.... A idade irá ensinar-me muitas mais coisas sobre este assunto....

 

 

A RELAÇÃO ENTRE HOMENS E MULHERES

A RELAÇÃO ENTRE MARIDO E MULHER 

publicado por plasticidadedasletras às 16:31
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