Sábado, 2 de Junho de 2012

As mulheres de hoje já não são as mulheres do antigamente

 

Eu não sou contra a emancipação da mulher, nem sequer sou machista. É importante dizer que não sou machista, porque quando um homem fala desta forma da mulher, é sempre machista, já ao contrário, o caso muda logo de figura.... Torna-se normal e/ou natural.

 

De há uns bons anos para cá, eu desisti de ser tão cavalheiro com as mulheres, só com as mulheres desconhecidas. Quem fala de mulheres, fala do sexo feminino em geral. Tal coisa aconteceu porque comecei a reparar que não ganhava nada com isso e até ficava a perder em certas ocasiões. As mulheres, mais novas e outras um pouco mais velhas que eu, não apreciam o cavalheirismo do homem, apreciam sim o ar surfista do rapaz com a prancha por baixo do braço, a rebeldia que lhe está no sangue. O homem pode ser cavalheiro, mas se não lhes é reconhecido outros atributos, atributos fisicamente e directamente reconhecíveis, de nada lhe vale ser um gentleman. Mas nem todas as mulheres pensam assim, o perfil que acabei de descrever não se encaixa somente em miudinhas/adolescentes, há trintonas que não resistem a um homem de cabelos grisalhos com a prancha por baixo do braço. As mulheres que não pensam assim, existem, mas nem sempre foram assim. Como homem, e até muito pouco experiente em relação ás mulheres, mas ao mesmo tempo muito atento ao comportamento delas, as mulheres já pensaram como miudinhas, e deixaram de pensar assim quando tiveram o primeiro filho. As mulheres mudam quando são mães.... mas mudam mesmo! É neste exacto momento que elas começam apreciar o cavalheirismo dos homens. Não me perguntem porquê, mas que é verdade, isso é.

 

A emancipação das mulheres, foi um passo importante que as mulheres deram, tanto para a evolução do homem, que se julgava dono e senhor da sua mulher, como também para o próprio desenvolvimento das próximas gerações de mulheres. Mas nem tudo são pérolas....

 

Actualmente, e de forma bastante frequente, a mulher perdeu grande parte da sua feminilidade, restando somente a parte exterior a ela, aquilo que lhe é acessório, como por exemplo, roupas, maquilhagem.... é muito difícil encontrar, hoje em dia, uma mulher com aquele sentido feminino, aquela sensibilidade para cartas de amor (que elas já acham isso ridículo), é difícil encontrar nas mulheres uma 'Ana Plácido' (a grande paixão de Camilo Castelo Branco).

 

Isto entristece-me muito, como homem, saber que tenho tanto para mostrar, como um homem delicado que sou e sensível a uma possível fragilidade feminina, que só a encontro através de um dos sentidos que Deus me deu, o olhar!

publicado por plasticidadedasletras às 15:10
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