Quarta-feira, 30 de Maio de 2012

A verdadeira espionagem é em Portugal, qual Guerra Mundial!

 

Quando se ouve falar de espionagem, lembramo-nos de imediato da ex-União Soviética. Para mim, este período, foi o auge da espionagem. Nunca pensei, que em Portugal viesse a viver um período de espionagem, espionagem reles e do mais pobre que existe, por motivos ridículos e que, de certa forma, me fazem lembrar as chantagens que se faziam nas escolas, e que ainda se devem fazer. Algo sobre o qual eu já escrevi, dois ou três posts atrás.

 

Isto só vem confirmar a teoria do polvo. A cabeça do polvo é o Estado/Governo (ou desGoverno) e os braços são a quantidade de penetras que vivem, somente, à custa do Estado. Falo do quê? Falo da quantidade de pessoas que estão empregadas nas autarquias, que não fazem nada senão representar regionalmente os partidos (que conheço pouco sobre isso, mas há todo um 'imbróglio' à volta disso), falo daqueles que estão na Assembleia da República e que estão somente a trabalhar para os escritórios de advogados, onde são sócios muitos deles, e também, falo de outras empresas, como por exemplo, do sector da construção civil, empresas de comunicação.... Para além destes há aqueles que estão fora do Governo, da Assembleia da República e das Autarquias, que são amigos dos políticos (alguns até já foram políticos) e que ocupam lugares de Presidentes de Assembleias Gerais em várias empresas, onde o papel deles é somente o de relações públicas. Somente como quem diz, porque o cachet é chorudo.

 

A espionagem que estamos a viver, com todos estes escândalos, está tudo à volta disto que acabei de escrever. Favores, desfavores e outras coisas que nós, leigos na matéria, desconhecemos totalmente.

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publicado por plasticidadedasletras às 15:13
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Terça-feira, 29 de Maio de 2012

Aceito orçamentos para me fazerem um layout

Enviem-me orçamentos através dos comentários com as respectivas propostas para eu depois poder decidir. O tipo de pagamento será transferência bancária.

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publicado por plasticidadedasletras às 23:14
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A justiça não funciona em Portugal

 

Com estes novos escândalos políticos, ouvimos pessoas a dizer, "Isto não vai dar em nada e ninguém vai sair culpado.".

 

É triste ver que a justiça em Portugal não funcione. Ou melhor, funcionar até funciona, funciona para o creme Nivea que foi roubado no Pingo Doce, para o bocado de presunto que foi roubado no Continente. Nada contra as duas cadeias de retalho portuguesas, até porque eu sou cliente das duas. Também não quero, de forma alguma, dar um incentivo ao roubo, excepto em último caso e mesmo assim eu acredito que há alternativas para não se ter que chegar a esse ponto. O que importa recordar neste discurso é, que a justiça funciona para os pobres e não para os ricos e poderosos que saem sempre impunes das ilegalidades que cometem.

 

Não vale a pena estar aqui a fazer um discurso de direita ou de esquerda, ou mesmo a generalizar em relação à comunidade politica, até porque eu acredito que há políticos que se preocupam com os direitos do povo e têm brio em serem correctos no lugar público que ocupam.

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publicado por plasticidadedasletras às 22:55
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Segunda-feira, 28 de Maio de 2012

Os valores que perdemos, vamos voltar a ganhá-los

Estamos a viver um período complicado, devido à tal crise. A crise de que tanto se fala, é uma crise que não é só económica, mas também, uma crise de valores éticos e morais.

 

Quando começou a crise do imobiliário nos Estados Unidos da América, o tal subprime, que foi o inicio deste terramoto e destas sucessivas réplicas, ainda vivíamos numa época em que tudo era um dado adquirido, onde ninguém pensava que as Constituições nacionais (fonte de todo o Direito daquele ordenamento jurídico) fossem ultrapassadas por medidas economicistas, onde fossem ultrapassados direitos fundamentais, ou ditos fundamentais, como a saúde e a educação. Ainda nessa época, e anteriormente, a sociedade criou vícios comportamentais e por consequência défices de educação e de falta de respeito. Não é muito difícil de descodificar as minhas palavras através de exemplos do dia-a-dia. Vejamos, uma criança habituada a que os pais lhes façam todos os favores, lhes dêem tudo aquilo que ele pede, é fácil de perceber que tipo de adulto ele/ela vai ser.

 

Entristece-me ver pessoas com fome, entristece-me ver pessoas que antes eram vaidosas e agora a única 'vaidade' que têm é ter comida na mesa para dar aos filhos. Se for necessário utilizarei mais vezes a palavra entristecer, para reforçar o meu sentimento de tristeza em relação a essa mudança na sociedade, mas também, não fico nada contente em ver uma sociedade habituada a ter tudo e ao mesmo tempo a perder tudo o que deviam ser regras inatas do ser humano em relação a outros seres humanos, como por exemplo, o companheirismo, o respeito, o ser humano para com os outros.

 

Quando vejo em actos religiosos muitos jovens, questiono-me se esses jovens praticam todos aqueles valores que são ditos nesses

convívios. Pergunto-me se aqueles rapazes e raparigas são amigos de quem precisa, se são amigos daqueles que não acreditam nos amigos. É muito perigoso fazer este tipo de perguntas, porque as pessoas acreditam que aqueles que estão lá, que estão no epicentro do Mundo Religioso, são pessoas humanas. Serão?

 

Uma vez, num dia em que eu vinha da minha faculdade, passei por acidente de um carro, que por coincidencia era da mesma marca que o meu, e reparei que estavam a retirar uma rapariga jovem dentro do carro e a transportá-la para a estrada, onde estavam a tentar reanimá-la. Depois de alguns dias, sempre a pensar no acontecido, e depois de ver tantas raparigas da idade dela andarem na rua com o nariz "empinado", pensei assim,

 

"Para quê tanta vaidade, se de um momento para o outro somos lixo, não somos nada.... Mesmo nada!!!!"

 


publicado por plasticidadedasletras às 14:31
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Quarta-feira, 23 de Maio de 2012

A farsa das pessoas

Quem nunca conheceu uma pessoa que diz bem à nossa frente e por trás diz muito mal de nós?

 

Sim, isto já me aconteceu.... Sim! Eu faço parte das pessoas normais, porque isto acontece a toda a gente.

 

 

É irritante isto, não é? Pensar que podemos contar com o bom senso daquela pessoa, pensar que podemos contar com as boas intenções daquela pessoa e na realidade o melhor é fechar a boca e não lhe falar mais.

 

O mais incrível ainda, é que existem pessoas que concordam com este discurso, e até batem palmas, mas por trás são muito más pessoas.

 

 

 

É verdade,

 

é 'A farsa das pessoas'!!!!

publicado por plasticidadedasletras às 23:57
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Quarta-feira, 16 de Maio de 2012

As mulheres queixam-se dos homens que elas próprias educaram

 

As mulheres gostam de educar, gostam de ser mães e sobretudo ser mães de filhos homens. Quem é que nunca viu uma mãe a olhar para um filho homem, num daqueles momentos de rebeldia e viu um sorriso, de profundo orgulho, na cara dela? Este sorriso acontece, porque elas (as mães) sentem um orgulho em ver o filho homem a ser rebelde, a ser um pequenino homem. Quem nunca viu, também, uma mãe a dizer, "não chores, porque os homens não choram!". Não é assim tão ingénuo como todos pensamos, há uma razão de ser, uma razão dela dizer isto ao seu filho homem, ao seu pequenino homem.

 

Os pais, que foram educados por outras mulheres, por outras mães, não ligam muito a estes pormenores, não por serem insensíveis no que diz respeito à educação dos filhos (há pais e pais), mas por não fazer parte das suas prioridades insistir na masculinidade do seu filho homem. A masculinidade acontece com toda a naturalidade e não é necessário insistir, de forma persistente, para que esse lado se revele mais tarde.

 

 

As mães, as mulheres, educam os seus filhos homens, que mais tarde vão ser homens e chefes de família, de forma a serem rebeldes, um bocado 'abrutalhados', mas são essas mulheres que se queixam de toda essa natureza do homem. Queixam-se da falta de sensibilidade, queixam-se da brutalidade que muitos homens demonstram quando estão a interagir com elas, ou com outras mulheres, e principalmente queixam-se de tudo aquilo que foram elas próprias que educaram. Incompreensível, não é? Eu também acho.

 

Esta teoria não fui eu que a criei, mas sim um psicoterapeuta brasileiro, especialista em moderar/resolver problemas de casais.

publicado por plasticidadedasletras às 18:55
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A Grécia no Euro... Sim, dizem os franceses e os alemães

Hoje, no telejornal da noite, vi o resultado do encontro entre o novo representante do Governo francês e a senhora que nos tem dado cabo da vida, a tal da Merkel. Ambos decidiram que o melhor será manter a Grécia no euro e desprezar todos os pareceres, sugestões de alguns dos maiores analistas políticos, economistas e agências de rating do Mundo.

 

Tendo em conta esta decisão, e eu acredito piamente que é o que vai acontecer, a Alemanha vai ter de injectar mais e mais dinheiro na Grécia. Em troca de quê? Não sei, nem percebo a razão de tanto sacrifício. Se a Alemanha investe dinheiro em algo que não tem solução, e quem sou eu para criticar os gregos, as contrapartidas devem ser muito fortes. Só pode! Deve ser algo como a total perda soberania, se é que ainda resta qualquer coisa dela naquele país.

 

O prémio Nobel da economia, Paul Krugman dá como certa a saída da Grécia do Euro num dos últimos artigos que ele escreveu para o jornal 'New York Times'. Se ele diz isso com tanta certeza, a conclusão que eu chego é, que o único interesse da Merkel são os resultados eleitorais no ano que vem e que vão decidir a permanência, ou não, dela no Governo alemão.

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publicado por plasticidadedasletras às 01:07
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Segunda-feira, 14 de Maio de 2012

"Direitos Humanos"

Os 'Direitos Humanos' é um assunto que faz parte das minhas preocupações diárias. Estou à vontade para falar sobre isto e de uma forma totalmente despretensiosa. Despretensiosa porque poucas pessoas, minhas conhecidas, sabem da existência deste blogue.

 

Agrada-me muito, mas muito mesmo, a existência de várias raças dentro de um espaço, como por exemplo dentro de uma faculdade. Eu considero isto importante pela forma de encarar novas realidades, novas culturas, mas principalmente novas e "diferentes diferenças" (sim, diferentes diferenças).

 

Porquê dentro de uma faculdade? Não tem que ser propriamente dentro de uma faculdade, mas sim dentro de um espaço onde haja regras especificas de uniformização de comportamentos, onde haja um tipo de conduta único entre todos. De outra forma, eu não acredito e sou até bastante céptico em relação à diversidade de culturas numa democracia como a nossa (que não é das piores), como noutras democracias espalhadas pelo Mundo.

 

Pessoalmente, e até de forma muito particular, adoro conviver com pessoas de outras culturas. É diferente! Por ser diferente é que me agrada. É diferente porque essas minorias são bastante sedentas de afecto e têm uma necessidade muito grande de comunicar com a maioria. Todas as pessoas 'diferentes' que eu conheci, foram pessoas que se revelaram homens e mulheres de uma humildade e dignidade fantástica. Obviamente que o espaço onde as conheci influenciou muito.

 

publicado por plasticidadedasletras às 23:55
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Comprar roupa para a mulher? Nunca!

Vou falar de um tema um pouco controversa, mas que é a realidade. Acontece mesmo na relação entre homens e mulheres. As mulheres não gostam que os homens tenham ciúmes delas, as mulheres também não gostam que os homens digam mal sobre os cozinhados delas, mas também não gostam que os homens, ou os maridos, tentem mudar o estilo de vestir delas. É sobre este último ponto que eu vou escrever.

 

 

Dizem que se não fossem as mulheres a comprar roupa para os maridos, eles andavam sempre mal arranjados. Isto é bastante subjectivo, porque as mulheres também têm muito mau gosto. Pessoalmente não estou a ver a minha futura mulher a comprar-me roupa, ou a escolher a roupa que eu vou vestir naquele dia. Elas compram roupas para nós, sempre achando que aquele estilo é que nos fica bem e nunca perguntam se nós gostamos. Se dizemos que não gostamos, o que é que vai acontecer? Já todos sabemos, não é? Pois!

 

Elas compram-nos roupa e nós temos que aceitar, mas se for ao contrário o caso muda logo. Para já não podemos comprar roupa para elas, se forem joias e tal até agradecem, mas roupa NUNCA! Se por acaso cair-mos nesse 'erro', elas dizem-nos o seguinte, "Estás a tentar fazer que eu seja igual à tua mãe????", ou então, "É assim que tu gostas delas????". E muito mais devem dizer.... A idade irá ensinar-me muitas mais coisas sobre este assunto....

 

 

A RELAÇÃO ENTRE HOMENS E MULHERES

A RELAÇÃO ENTRE MARIDO E MULHER 

publicado por plasticidadedasletras às 16:31
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Quarta-feira, 9 de Maio de 2012

Jazz Music Relaxing Instrumental Saxophone

Algum tempo que já andava atrás de uma música deste género. Acho que vale a pena partilhar.

 

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publicado por plasticidadedasletras às 02:18
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