Segunda-feira, 11 de Junho de 2012

E aquelas pessoas que...

- Dizem que nunca viram o Big Brother, ou a Casa dos Segredos e utilizam expressões que são utilizadas pelos concorrentes?

 

- Quando não lhes interessa falar sobre um determinado assunto, que foi discutido na televisão, vêm com a justificação que, 'já há dois meses que não ligo a televisão'.

 

- Dizem que não aderem ás redes sociais e quando experimentam uma vez nunca mais  saem de lá?

publicado por plasticidadedasletras às 15:20
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Quinta-feira, 7 de Junho de 2012

Bullying não

Fala-se tanto da falta de responsabilização dos pais em relação aos actos dos filhos, e agora, que o Estado está disponivel para cobrir essa lacuna, 'ai del Rei' cuidado com os meninos e com os papás dos meninos que se portam mal.

 

A sociedade é mesmo assim, mais rapido defendem o aborto do que aplicação de uma lei que é extremamente  necessária. Tanto nos queixamos dos maus tratos entre alunos, dos casos de bullying que nunca são resolvidos por falta de provas e agora, coitadinhos dos pais dos meninos mal comportados.

 

Se levarem para a frente esta medida, vai ser a única até hoje que eu vou concordar. É tão necessária como a lei do tabaco.

publicado por plasticidadedasletras às 17:16
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Terça-feira, 5 de Junho de 2012

As startups de Silicon Valley

Todas aquelas empresas norte-americanas, nascidas na 'incubadora' de startups, que dá pelo nome de Silicon Valley, tiveram como principio a criação de um projecto que criasse dependência aos utilizadores da internet.

 

Vejamos os casos mais actuais e mais conhecidos. O Google, motor de busca criado por dois estudantes universitários e a rede social Facebook, criada por três jovens estudantes e desenvolvida por um deles, o actual patrão (Mark Zuckerberg). Em relação ao Facebook, eu prefiro acreditar nesta teoria e julgo que não me vai trazer nenhum processo em tribunal. Mesmo que traga eu não tenho onde cair morto.

 

Ambos os projectos, começaram com o principio de se dedicarem somente à dependência do utilizador em relação ao projecto, mas depois começam alargar os horizontes de uma forma um pouco descabida, digamos. O Google, depois de ter criado o seu projecto principal, criou muitos outros projectos, alguns de um interesse cultural bastante importante, mas que ninguém, ou muito poucas pessoas utilizam. Aquilo de criar a maior biblioteca online, um dos grandes projectos deste motor de busca, não teve sucesso nenhum. O Google Earth que toda a gente acha piada, mas quase ninguém utiliza e estamos a falar de projectos megalómanos pelos custos que criam, na sua criação como também no seu desenvolvimento.

 

 

O Facebook, esta enorme rede social com cerca de 900 milhões de utilizadores activos, entrou em bolsa com um valor incrivelmente alto e agora está a desvalorizar de dia para dia, atingindo valores absolutamente fora da realidade inicial. Já desvalorizou mais de 10 dólares. Eu não sou analista, nem tenho conhecimentos para fazer uma análise desta desvalorização, mas se calhar é um sinal de profundo descrédito dos mercados e dos analistas em relação a este tipo de empresas, que nascem e que morrem com muita facilidade.

 

publicado por plasticidadedasletras às 22:36
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Tenho um blogue, logo sou intelectual

 

Isto é verdade! Ainda há bem pouco tempo atrás, quando alguém admitia que tinha um blogue, isso era a mesma coisa que subir na consideração daquela pessoa. Era sinal de inteligência e de intelectualidade. Isto ainda é um pouco assim, mas não acontece só na blogoesfera. acontece também nas redes sociais.

 

A pessoa pode não ser muito inteligente, mas se tem a coragem de editar uns posts sobre politica, com um comentário junto, acaba por subir na consideração das outras pessoas.

 

Não é uma critica, nem uma forma sarcástica de falar sobre este assunto, isto vale por aquilo que vale e ninguém se deve sentir particularmente afectado por aquilo que eu disse. Isto é, talvez, uma forma diferente de querer que outras pessoas se libertem dessa vergonha interna, muito típica do 'ser português' e escrevam sem se preocuparem com os acentos, com o novo modelo ortográfico.

publicado por plasticidadedasletras às 22:23
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Futre no jornal desportivo espanhol, 'Marca'

 

Toda a gente diz mal dele, que ele não sabe falar, que tem uma dicção terrível, mas o que é certo é que ele não pára.

 

Eu faço parte daquelas pessoas que o gosta de ouvir e gosta de ver que o antigo jogador do Sporting continua vivo e no activo.

publicado por plasticidadedasletras às 18:41
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As pessoas importantes só comentam sobre coisas de pessoas importantes

 

Não é que me afecte não ver um comentário do Marcelo Rebelo de Sousa no meu blogue e se calhar até nem é o melhor exemplo para falar disto, visto que é uma pessoa muito ocupada, mas uma coisa é certa, eu nunca vi uma figura pública a comentar o post no Facebook de um anónimo, um post num blogue de uma pessoa qualquer. Porque será?

 

Nunca vos aconteceu estar no Facebook, comentarem um post de uma figura pública qualquer e não receber um feedback dessa pessoa?

 

É verdade que não me afecta, mas incomoda-me um pouco (risos).

publicado por plasticidadedasletras às 15:26
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Segunda-feira, 4 de Junho de 2012

'Os James' também nos querem alertar do 'nosso Coelhinho'

 

Até eles, que não são portugueses, nos querem avisar do tipo de gente com quem o povo português está (mal) metido. Isto só reflecte a fama que os representantes do Governo português têm no estrangeiro, muito por culpa das últimas noticias que têm saído na comunicação social, sobre os malfadados negócios e cumplicidades 'manhosas' de alguns ministros.

 

Realmente, eu fico fascinado com as novas tecnologias e com aquilo que elas nos proporcionam, refiro-me a isto, aos blogues, à oportunidade que eles nos dão de exprimir seja o que for, de forma livre e espontânea.

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publicado por plasticidadedasletras às 14:49
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Sábado, 2 de Junho de 2012

Serei o único a ser bem tratado pela Policia de Segurança Pública?

 

Ultimamente temos visto na televisão casos de agressão de agentes da PSP a cidadãos. Eu interrogo-me, "Porquê que eu nunca fui agredido por um agente da PSP?".... Não que queira passar por tal experiência, mas não será que isso acontece porque essas pessoas, ou esses cidadãos, deixaram de ver na PSP uma autoridade, e por isso, põem-se a jeito?

 

Eu sou condutor, é raro o dia que não ando de carro e já fui mandado parar três vezes desde que tenho carta. Nessas três vezes, umas delas foi por conduzir a falar ao telemóvel, pois devo dizer que mesmo por causa disso, eu não fui multado. Fui alertado, e de uma forma bastante séria da parte do agente.

 

É! Não entendo (até entendo), porque as pessoas são agredidas pela autoridade, quando o papel deles é exactamente o contrário. E eu reconheço-lhes esse papel.

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publicado por plasticidadedasletras às 22:34
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As mulheres de hoje já não são as mulheres do antigamente

 

Eu não sou contra a emancipação da mulher, nem sequer sou machista. É importante dizer que não sou machista, porque quando um homem fala desta forma da mulher, é sempre machista, já ao contrário, o caso muda logo de figura.... Torna-se normal e/ou natural.

 

De há uns bons anos para cá, eu desisti de ser tão cavalheiro com as mulheres, só com as mulheres desconhecidas. Quem fala de mulheres, fala do sexo feminino em geral. Tal coisa aconteceu porque comecei a reparar que não ganhava nada com isso e até ficava a perder em certas ocasiões. As mulheres, mais novas e outras um pouco mais velhas que eu, não apreciam o cavalheirismo do homem, apreciam sim o ar surfista do rapaz com a prancha por baixo do braço, a rebeldia que lhe está no sangue. O homem pode ser cavalheiro, mas se não lhes é reconhecido outros atributos, atributos fisicamente e directamente reconhecíveis, de nada lhe vale ser um gentleman. Mas nem todas as mulheres pensam assim, o perfil que acabei de descrever não se encaixa somente em miudinhas/adolescentes, há trintonas que não resistem a um homem de cabelos grisalhos com a prancha por baixo do braço. As mulheres que não pensam assim, existem, mas nem sempre foram assim. Como homem, e até muito pouco experiente em relação ás mulheres, mas ao mesmo tempo muito atento ao comportamento delas, as mulheres já pensaram como miudinhas, e deixaram de pensar assim quando tiveram o primeiro filho. As mulheres mudam quando são mães.... mas mudam mesmo! É neste exacto momento que elas começam apreciar o cavalheirismo dos homens. Não me perguntem porquê, mas que é verdade, isso é.

 

A emancipação das mulheres, foi um passo importante que as mulheres deram, tanto para a evolução do homem, que se julgava dono e senhor da sua mulher, como também para o próprio desenvolvimento das próximas gerações de mulheres. Mas nem tudo são pérolas....

 

Actualmente, e de forma bastante frequente, a mulher perdeu grande parte da sua feminilidade, restando somente a parte exterior a ela, aquilo que lhe é acessório, como por exemplo, roupas, maquilhagem.... é muito difícil encontrar, hoje em dia, uma mulher com aquele sentido feminino, aquela sensibilidade para cartas de amor (que elas já acham isso ridículo), é difícil encontrar nas mulheres uma 'Ana Plácido' (a grande paixão de Camilo Castelo Branco).

 

Isto entristece-me muito, como homem, saber que tenho tanto para mostrar, como um homem delicado que sou e sensível a uma possível fragilidade feminina, que só a encontro através de um dos sentidos que Deus me deu, o olhar!

publicado por plasticidadedasletras às 15:10
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Sexta-feira, 1 de Junho de 2012

Como fazer da outra pessoa burra? Ou fazê-la pensar que é burra

 

Um inteligente vira-se para o outro, no meio de um grupo de pessoas e no contexto de uma conversa, e diz à frente de todos:

 

Ele é muito reaccionário....

 

ou então,

 

Isso é muito subjectivo....

 

 

Um politico vira-se para um popular.... ou para ser-mos mais realistas, o Passos Coelho vira-se para um popular, que lhe fala português genuíno e diz-lhe,

 

Eu aceito, mas isso não é bem assim, porque é necessário contextualizar-mos....

 

 

Um professor universitário, que se julgam sempre os senhores de toda a razão, qual visionário Steve Jobs qual quê!! Vira-se para um aluno que acabou de lhe fazer uma pergunta e diz-lhe (mesmo à frente de toda a turma)....

 

Sabe! (Não! [brincadeira minha]) Isso não é assim como o senhor diz.

O aluno cala-se....

Continua o professor, 'Um dia voltamos a esse assunto e voltamos a falar sobre isso.'. Aqui o aluno fica exposto de várias formas...

 

fica sem saber a resposta

 

fez figura de ignorante perante os colegas

 

e pior,

 

ficou sem saber se o professor lhe sabia responder ou não.

publicado por plasticidadedasletras às 23:25
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